Terra linda e limpida
de olhos valentes e guerreiros
Terra de amor verdadeiro
Terra de esperança
Terra que encontrei por lá
Água de beber, tempo de festejar
Tempo de beber saudade daquele lugar
das coisas que vi e do aconchego de um lar
Terra da minha morena
Linda, doce, faceira
Encantadora, bagunceira
que bagunçou de vez minha vida
E que bagunça boa
não vivo mais atoa
Eu aprendi a amar
E hoje mesmo eu sinto vontade de voltar para aquele lugar
Lugar de gente alegre
sincera, honrada
Que derrama o suor sem medo
E sem medo toca pela estrada
Pode o tempo passar
mas um dia eu volto lá
E ao lado da minha amada
Amada que tanto amo
Joia mais preciosa daquele sertão.
Vazante da barragem de Nova Olinda Sertão Paraibano. eu Não vi a seca tão duvulgadam eu vi uma cultura, uma terra bonita de gente forte com um brilho em casa olhar.
de olhos valentes e guerreiros
Terra de amor verdadeiro
Terra de esperança
Terra que encontrei por lá
Água de beber, tempo de festejar
Tempo de beber saudade daquele lugar
das coisas que vi e do aconchego de um lar
Terra da minha morena
Linda, doce, faceira
Encantadora, bagunceira
que bagunçou de vez minha vida
E que bagunça boa
não vivo mais atoa
Eu aprendi a amar
E hoje mesmo eu sinto vontade de voltar para aquele lugar
Lugar de gente alegre
sincera, honrada
Que derrama o suor sem medo
E sem medo toca pela estrada
Pode o tempo passar
mas um dia eu volto lá
E ao lado da minha amada
Amada que tanto amo
Joia mais preciosa daquele sertão.
Vazante da barragem de Nova Olinda Sertão Paraibano. eu Não vi a seca tão duvulgadam eu vi uma cultura, uma terra bonita de gente forte com um brilho em casa olhar.
Poema em Especial para minha linda Sertaneja que tanto amo e carrego no coração Andreia Rocha da Silva.


