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Conheça a banda Resquícios!

É com prazer que venho divulgar aqui no blog o trabalho dessa banda, ainda jovem na carreira, mas de muito talento, vem tocando um rock muito bom, e som super agradável e legal, a banda paulista é um sucesso!
Não deixem de ver o vídeo, vocês vão adorar o clipe oficial da banda e um show ao vivo em SP!
Vocês também podem se inscrever no canal do Youtube da banda Resquícios, e ficar sempre por dentro das novas músicas da banda.  







Clipe oficial


Ao vivo Olhe nos meus olhos

Aos que não se reconhecem.

Para de fingir
De tentar andar na sombra
Esconder sua face marcada
Escurecida cheia de sombras.

O teu destino no fundo conhecemos
O teu passado é claro
A monarquia de teu berço
O ódio desumano em ti foi herdado.

Não olhas os que sofrem
Desumanizado és pela vida
Pelo modo que vivestes
Por tudo que aprendestes, em todos os passos da vida.

Humanizar-se porém é vocação
Vocação natural dos homens
Que na luta se humanizam, libertam e libertam-se
Resgatam no auto conhecimento, no reconhecimento de si.

Eis aí o oprimido
Aquele encarregado da libertação
Que libertando a si mesmo, como numa profecia
Liberta também o opressor que lhe oprime.

Arthur Carlos da Silva.
Lembrando de nossa inconclusão, esse verso encontra-se inacabado para que cada por si complete-o.

Surpresas!

Pensei que não fosse sofrer com a sua partida, pois sei que fui a causadora da mesma...
Hoje me pego embargado a refletir: nossos momentos, mesmo turbulentos, sinto saudades.
Não havia me imaginado da forma que me encontro, pois estava segura das minha decisões. Porém a vida é uma caixinha de surpresas.
Tudo o que eu queria era que você se afastasse de mim e não me procurasse mais. Só que o mundo da voltas e o que era pra você sentir quem está sentindo sou eu.
Mas... É assim, a vida tem dessas coisas!
As vezes ela nos prega peças as quais nos transformam em pessoas mais seguras daquilo que queremos.
Márcia Duarte.
Escrita em solânea, 28/10/2013.
Encontre-a no facebook Márcia


Do meu retrovisor

Do meu retrovisor, vejo luzes
Esperança?
Não sei
Do meu retrovisor, eu vejo versos
Amargos, sombrios...
Sinto a briza no rosto, como de quem viaja
Viaja no tempo
Bebendo pouco a pouco o veneno dos dominantes
Mas quem me obrigou a beber?
Sou escravo da minha própria invenção
Pago caro as falhas de um jogo que não aprendi a jogar
Vejo do meu retrovisor, marcas passadas
Perdas incalculáveis
A perda da humanidade
A moeda de troca? a mais valia.
O suor nos ombros dos que trabalham.

Vejo do meu retrovisor, o retrocesso em meio ao novo
O novo mundo se faz
sangrento, e absurdo...
E não há ninguém que o pare
Será?
Pobres oprimidos!
Eu os vejo do meu retrovisor
A unica esperança!
Não sabe a força que tem
E se deixa levar, como ondas do mar
que o grande e potente vento os guia para um único lugar.
Que a imagem do meu retrovisor um dia mude
Porque a frente há sempre um raio de esperança.
E não há um só ser, que por vida oprimida, não se canse
Não grite, não clame!
Não dissolva em seus fortes braços um império
Um império que de sua força se mantém.

(Arthur Carlos da Silva)

A terra e o valor afetivo dos seres.

De entre várias formas de amor que manifestam-se nos homens, uma delas me chama a atenção, no últimos dias aqui no sertão tenho parado e observado o vinculo afetivo que as pessoas deste lugar guardam em si, na relação com sua terra. Eu digo sua, porque é assim que cada um deles sentem, cada pedaço de chão como seu, cada planta que encontra na terra seca, cada olho d'agua que vê brotar da terra, é seu.
Este vinculo é emocionante, nesta época do ano, muitos que a anos vivem em outras regiões por causa da pouca oportunidade de emprego no seu lugar de origem, regressam para encontrar com amigos e familiares e o sorriso no rosto mostra claramente a emoção do reencontro, não apenas com as pessoas, mas também com a sua terra, onde viveu a infância, onde desfrutou parte da juventude.
E os que moram aqui não desejam ir para outro lugar, desejam ter o sustento, o sustento para ficar e viver no seu pedacinho do mundo, no seu recanto particular, sentido e vivido de um jeitinho bem particular em cada um, mas de um amor igual pela terra e a vida que se leva aqui.

Deixo aqui registrado a minha impressão, o que me chamou a atenção.
Desejo a todo muita felicidade, paz e amor, nesta data tão especial.

Causo nordestino, O sertanejo e a chuva

Quem é sertanejo, ou já foi no sertão sabe, que o assunto que nunca sai da boca de um sertanejo é a chuva e o inverno, e no céu não é diferente, tinham lá uma roda de sertanejo só falando de inverno:
- Inverno bom, foi em 1980 - dizia um mostrando saber mais que o outro que afirmava
- Inverno bom, foi em 94.
E no meio daquela roda passou por lá perto das nuvens um velhinho barbudo que ouvindo aquela conversa falou:
- Vocês nunca viram inverno.
E todos os dias quando os sertanejos faziam aquela roda o velhinho passava e dizia a mesma coisa.
- Vocês nunca viram inverno.
Um dia um dos sertaneja se incabulou com aquilo:
- Rapaz, quem danado é esse velho? que sempre diz que a gente nunca viu inverno.
O outro sertanejo que tava do lado disse,
- Seu cabra, eu num sei não, dizem aí que é um tal Noé.

(autor desconhecido)

Fome de Poder



Fome que destrói, que conroi e que mata.
Fome que feri, que impedi, que assalta.
Fome que atingi ao menor dos pequeninos.
Fome que modifica, todo um destino.

Fome de desejo, de possuir, acumular.
Fome de iludir, de mentir e se beneficiar.
Fome de maldade, injustiça e censura.
Fome de manipular, do capital e da usura.

Até que pra isso, rasgaram a constituição,
Tudo em nome da democracia.
Abutres, famintos de poder e ambição,
Como nem nos presídios abarrotados se via.
E por essas mãos, na corda bamba vai a nação,
Para seu calvário e seus dias de agonias.

Vai pátria amada saciar os teus algozes,
Que tem estômago tão vazio e tão ferozes.
Vai meu Brasil, a esquecer dos teus pequenos,
Porque o gosto do machismo é tão "sereno".

Vai bandeira sem mancha, que limpa as lágrimas da nação
Teus idealizadores hoje tem fome de  exclusão
Vai mãe gentil, alimentar esses famintos
Mesmo que só use de animal o seu instinto.


Até que pra isso, rasgaram a constituição,
Tudo em nome da democracia.
Abutres, famintos de poder e ambição,
Como nem nos presídios abarrotados se via.
E por essas mãos, na corda bamba vai a nação,
Para seu calvário e seus dias de agonias.


Marcos Santos

Felicidade!!


Felicidade é uma pena
Solta voando ao vento
E as vezes no casamento
Você encontra também.
Uns diz que tem, mais não tem,
Outros tem e nem dizem
E sabe que para ser felizes
Não precisa muita não.
Felicidade é uma raiz
Plantada no coração,
Felicidade é emoção
É escapar por um triz!
Felicidade é o momento
Pena voado ao vento
Viver em paz é ser feliz.

Felicidade é uma rosa
Desabrochando no pomar,
Chegar em casa e encontrar
Esposa linda e mimosa.
Filho que brinca e que goza,
De saúde e alegria.
Ter na mesa todo dia
O pão para se alimentar.
Pode sorrir e cantar,
Com consciência em paz
Pois digo aqui seu rapaz
O que outro poeta não diz:
Felicidade é o momento
Pena voado ao vento
Amar também, é ser feliz.

Felicidade é o inverno
Chegando lá no sertão,
Alegrando o coração
Do solo o seio materno.
A terra é o caderno
Nas mãos do agricultor,
E mesmo sem ser doutor
Sabe fazer muito bem feito...
E se não chove direito
Não tem lamuria nem tormento,
Mais antes seu pensamento
É se entregar pra aquele juiz! (Deus)
Felicidade é o momento
Pena voando ao vento
Agradecer é ser feliz.

Felicidade é um abraço
Na hora do aperreio,
Quando em um devaneio
Lhes faz perder o compasso.
Eu acho que sei, mais não acho,
Que possa apontar a saída,
Para essa assim uma ferida
Aberta no peito agora,
Se posso por sua melhora
Alguma coisa fazer...
Escute eu vou dizer:
Está aqui o seu altriz!
Felicidade é o momento
Pena voando ao vento
Ajudar, também é ser feliz.

Felicidade é um passarinho
Cantando ali na janela.
E receber de tudo dela
O pouco de amor e carinho...
Felicidade é um caminho
Que tenho a percorrer,
Mais não preciso saber
Onde vai ser a parada.
Felicidade é jornada
Que ocorre dentro de mim,
É o começo é o fim
Escrito a pó de giz.
Felicidade é o momento
É pena voando ao vento
Sonhar é ser feliz.

Felicidade é uma prosa
Com uma pessoa querida,
Que fica do resto esquecida
Com conversa valorosa.
Uma presença honrosa
Que mantemos sem querer,
E mesmo querendo manter
Não precisa reboliço.
É só o ouvido a serviço
Que precisamos emprestar,
Pouco se deve falar
Ser mais um aprendiz!
Felicidade é o momento
Pena voando ao vento
Ser amigo é ser feliz.

Felicidade é uma criança
Que só lhe quer atenção,
E que só tem no coração
Toda inocência e bonança.
Felicidade é esperança
Na hora desesperada,
Felicidade é a parada
Para a direção encontrar,
Poder com alguém contar
Para indicar o rumo certo.
Felicidade é o afeto
É um elemento motriz!
Felicidade é o momento
Pena voando ao vento
Perseverar é ser feliz

Felicidade é a canção
Tocada com muito amor.
Felicidade é uma flor
Enfeitando todo um chão.
Felicidade é a benção
Ao pai a uma mãe pedir,
Saber escutar e sentir
O conselho bem lhe dado!
Felicidade é um bom recado
Que chega em boa hora,
Felicidade é a melhora,
Que para você Deus quis!
Felicidade é o momento
Pena voado ao vento
Quem tem Jesus, esse é feliz!






Paraíba, amor ao natural



Paraíba terra amada                                                 
Das belezas naturais
Dos cocos de embolada                                           
Das cachoeiras e manguezais
De pessoas brava e forte                                        
Que traz no rosto boa expressão
Que fazem sua própria sorte                                  
Ama e respeita seu chão
Paraíba teu corpo e porte
Deveras, e amo de paixão.
                      
Paraíba minha linda
Teu clima varia e seduz
As pessoas aqui vindas
Ama teu baião e cuscuz
Dos interiores a história
E de seus ritos culturais
Nas suas lutas e glórias
Despensa até marajás
Paraíba só digo agora
Te amo, não nego jamais.

Paraíba tua beleza
Encanta a turistada
Quem vem aqui com certeza
Deseja fazer morada
Porque ama o cheiro e tua cor
Desfazem-se de suas saudades
E se prova do teu sabor
Cria raízes e lealdade
Oh Paraíba meu amor!
Amar-te, é minha vontade.

Paraíba tu és senhora
De lutas vivas e vitais
Liga camponesa, lembro agora
Ronco da abelha e outra mais.
A Revolta quebra quilo
Conta o brilho do teu passado
Nem lembro agora se aquilo
Teve um bom resultado
Paraíba agora lhes digo:
Sou de ti um apaixonado.
Paraíba terra mãe
Do índio que aqui resiste
De artistas e boas canções
Do folclore que existe
De natureza abrilhantada
Que em outro não há igual
Dos bichos da passarada
Ate as festas de carnaval
Paraíba terra amada
Te amo ao natural.

Paraíba tu tem a tua cor
Tem a cor do sertão
O litoral é a flor
Que tem enfeita o coração
Meu brejo é alimento
Com solo rico e fecundo
O Cariri tem o fermento
Que no agreste é oriundo
Paraíba, meu sentimento:
Que Tu és, o melhor lugar do mundo.

Paraíba sou feliz
Por tu ser o meu torrão
Não tem padre, doutor ou juiz
Que me arranque essa paixão,
Defendo com hora e louvor
Tua bandeira e tua gente
Sou grato a Deus nosso senhor
Por ser contigo vivamente
Paraíba meu amor
Vou amar-te eternamente.


Paraíba terra amada                                                 
Das belezas naturais
Dos cocos de embolada                                           
Das cachoeiras e manguezais
De pessoas brava e forte                                        
Que traz no rosto boa expressão
Que fazem sua própria sorte                                  
Ama e respeita seu chão
Paraíba teu corpo e porte
Deveras, e amo de paixão.
                      
Paraíba minha linda
Teu clima varia e seduz
As pessoas aqui vindas
Ama teu baião e cuscuz
Dos interiores a história
E de seus ritos culturais
Nas suas lutas e glórias
Despensa até marajás
Paraíba só digo agora
Te amo, não nego jamais.

Paraíba tua beleza
Encanta a turistada
Quem vem aqui com certeza
Deseja fazer morada
Porque ama o cheiro e tua cor
Desfazem-se de suas saudades
E se prova do teu sabor
Cria raízes e lealdade
Oh Paraíba meu amor!
Amar-te, é minha vontade.

Paraíba tu és senhora
De lutas vivas e vitais
Liga camponesa, lembro agora
Ronco da abelha e outra mais.
A Revolta quebra quilo
Conta o brilho do teu passado
Nem lembro agora se aquilo
Teve um bom resultado
Paraíba agora lhes digo:
Sou de ti um apaixonado.
Paraíba terra mãe
Do índio que aqui resiste
De artistas e boas canções
Do folclore que existe
De natureza abrilhantada
Que em outro não há igual
Dos bichos da passarada
Ate as festas de carnaval
Paraíba terra amada
Te amo ao natural.

Paraíba tu tem a tua cor
Tem a cor do sertão
O litoral é a flor
Que tem enfeita o coração
Meu brejo é alimento
Com solo rico e fecundo
O Cariri tem o fermento
Que no agreste é oriundo
Paraíba, meu sentimento:
Que Tu és, o melhor lugar do mundo.

Paraíba sou feliz
Por tu ser o meu torrão
Não tem padre, doutor ou juiz
Que me arranque essa paixão,
Defendo com hora e louvor
Tua bandeira e tua gente
Sou grato a Deus nosso senhor
Por ser contigo vivamente
Paraíba meu amor
Vou amar-te eternamente.

Marcos Santos  

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