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A sociedade que eu não me reconheço!

            Que sociedade é essa que vivemos? Que mundo é esse que está aí sem o mínimo de escrúpulos? E os filhos dessa sociedade, que cainhos estão tomando?

            São perguntas tão corriqueiras, que tantos se fazem dia-a-dia mundo a fora. E as respostas podem estar muito mais perto do que imaginamos – dentro de nós, ou não. Não sei, o fato é que elas me fizeram lembrar um acontecimento ocorrido em uma comunidade simples da pequena e já nem tão mais pacata Serraria, ou tão quanto eu gostaria.

            O senário é um caminho, medianamente transitável onde foi rota de fuga de uma dupla de criminosos que havia em uma noite qualquer assaltado um senhor de idade, levando uma dada quantia em espécie e seus documentos, na fuga perderam a sacola em que estava depositado os documentos e também uma quantia de mais de R$ 500,00. Como era noite, não se deram conta da perda. No dia seguinte, um agricultor a quem chamarei de Joaquim para preservar sua identidade, passou cedinho no mesmo caminho para tirar ração para seus animais. Já sabia do ocorrido na comunidade – o roubo, foi informado por um vizinho.

            Nessa manhã sua vida poderia ter tido uma pequena melhora, pois ele encontrou os documentos com a importância mencionada acima; nesse momento; alguns poderiam pesar: mais é muito pouco dinheiro... reforço apenas que na época desse ocorrido o salário mínimo médio era R$240,00 e a família desse cidadão era extremamente carente. E o que a sociedade considera “normal” em uma situação dessa é conferir os autos, pegar o valor para si, e, entregar os pertences ao dono, já que se tratava de um roubo.

Porém não foi o que aconteceu. Vendo a bolsa com os documentos e sabendo do roubo que tinha acontecido na noite anterior, de imediato S. Joaquim sabia quem era o dono daquela sacola, sem hesitar apanhou-a e logo procurou o presidente da associação para que tomasse as devidas providências – a entrega ao seu real dono.

Ao receber os documentos o presidente da associação abriu para conferir os documentos e percebeu a importância que os meliantes deixaram para trás e, então perguntou a seu Joaquim se ele não tinha visto o dinheiro. Ele disso que não, pois para ele interessava apenas entregar os pertences ao seu devido dono, e, mesmo que estivesse visto, não o pegaria, pois achava não ter direito, já que não havia feito esforço algum para merecer aquele valor.

Até aí tudo bem. Seu Joaquim fez a sua parte e foi para casa com a consciência limpa.  - Certo?

- Cento, sim.

O problema é que lhe fazer o certo, lhes custou o sossego, a paciência, a paz, porque agora toda a comunidade o julgava de besta, de otário, de tapado por não ter pego os mais de R$ 500,00 que estava na bolsa - logo ele que passava a precisão que passava. Dia após dia ele teve que conviver com as críticas e deboches por sua atitude de honestidade.

Aí agora eu me volto para as perguntas que abrem o texto: que sociedade é esta? Que mundo é este? Que caminhos estão sendo tomados?

Silêncio... é o que me ocorre agora! Longa pausa.

Eu queria ter respostas para muitas coisas, e saber entender e explicar porque as pessoas agem com essa “moral”, onde tirar proveito de situações é ser esperto, sabido, inteligente, enquanto que ser honesto é ser burro, é ser besta.

Se me perguntassem a 15 anos atrás, quando eu tinha apenas 14 anos, por que devesse fazer o certo?
A resposta seria uma só:

- Porque é certo. E olha que nessa época eu nem sabia que Immanuel Kant existiu, este que era tão citado nas aulas de filosofia e ética para administradores.

Mais talvez se Kant fosse indagado dessa pergunta hoje, ele diria: “deve-se fazer o certo, porque irá enfrentar o julgamento sórdido de seus amigos, vizinhos, conhecidos... Da sociedade que desconhece e inverte seus valores”. Valores estes que quando ensinado nas escolas pelos amados mestres, já que os pais de hoje vivem ocupados demais para educar e transmitir princípios para seus filhos, é convertido em futilidade pelas emissoras de TV que pouco se importam de cumprir com seu real papel na sociedade, ou pela internet onde hoje as pessoas passam maior parte de seu tempo.

Mas nos voltemos para o tema central de nossa exposição – porque deve-se fazer o certo?

 Imagine qual seria a resposta se essa pergunta for feita para os que dizem nos representar no executivo, no legislativo, enfim. Diante de leis tão brandas que deixa o sentimento de impunidade, onde o crime “compensa”. Talvez a resposta fosse: “o certo deve ser feito parque é constitucional”. Só faltam dizer que a corrupção é constitucional, que na prática é quase isso, me perdoem o desabafo.

Mas, todo esse exposto longo e cansativo para que? E afinal de contas o que diabos é o certo?


Poderíamos argumentar simplesmente que é não fazer o errado, ou tomar o caminho da exatidão, o lado correto.

E qual o lado correto?

 E o que é o errado?  

No nosso contexto introdutório não seria o certo tomar a decisão de levar os pertencentes ao seu devido dono sem nenhum prejuízo prévio as partes envolvidas?

Ora! O dono dos documentos e vítima já lhes passara maus momentos nas mãos dos criminosos, ao menos tem direito ao seu registro de identidade cidadã e ao mínimo que lhes for possível recuperar.

Mais e o seu Joaquim, que é vítima, refém, de um sistema político que o rouba todo santo dia e diz devolver todos os tributos aos seus contribuintes, mas que na realidade as esmolas são efêmeras diante da roubalheira. Este seu Joaquim que representa tantos, que veem todos os dias seus filhos amanhecerem sem o direito de tomar café da manhã e dormem mais cedo para evitar o lanche da noite. Esse seu Joaquim que não tem um emprego que o permita viver com dignidade. Não teria o direito de se apropriar do valor encontrado nos documentos furtado?

Pensem que ninguém ia saber! Bastava não comentar com ninguém, dizer que encontrou os documentos vazios. Que na bolsa só restava os documentos, e pronto.

Agora eu pergunto, e a corrupção política não segue a mesma lógica?

- “Vamos tirar um percentual dessa licitação! Ou vamos dar a concorrência para “tal” e cobrar tanto!  Vamos desviar esse valor daqui para li! Ninguém está vendo, ninguém sabe. Está tudo certo”.

Dessa forma pátria amada, pouco a pouco tu se acaba, ou pelo menos teus rebentos da base da pirâmide.

Dessa forma pátria amada, o tempo escapa por nossos dedos deixando a sensação de vazio, de não ter visto nada, não ter feito nada apesar de ter feito muito.

Aí sordidamente você pode me perguntar:

- E quem que tira proveito de fato, no final das contas? Nosso personagem, que continuou aquela semana na mesma pindaíba que já estava ou até tenha piorado, ou as autoridades “políticas” dando seu jeitinho sarcástico de fazer a coisa? Não estão levando a melhor por utilizarem em seus métodos a “sabedoria”, a “inteligência”, a “esperteza” do tirar proveito da situação?

Entre essa Terra e esse Céu, muitas vezes eu não me encontro, eu não consigo me encontrar, onde o certo é errado e o errado é saber aproveitar. Onde os valores perderam seu valor, e o bonito, é a corrupção amar. Onde quem é honesto, não encontra espaço, não tem espaço, e o desonesto causa o admirar. Entre esta Terra e este Céu, eu não me encontro eu não consigo me encontrar.

Sim, porque é verdade, os filhos, de S. Político com certeza estudou em uma escola melhor, gozou de infância de paparicos, teve todos os brinquedos e mimos que quisessem e não se questiona as oportunidades que vierem a surgir. Enquanto isso, os filhos de seu Joaquim, qual será a escola que estudaram? Como terá sido a infância? E quais as oportunidades que terão?

Uma coisa eu respondo com toda confiança, bom exemplo de honestidade e superação não vão faltar para eles trilharem bons caminhos e transformar essa sociedade para melhor. Não irá faltar inspiração paternal para seus projetos de vida. Não irá faltar apoio moral para seguirem o caminho do bem.
Ah se todos seguissem o bom exemplo de seu Joaquim! Seguissem seu bom exemplo sem se preocupar se estão sendo vendo por seus atos de retidão. Entristeço-me muito, quando em uma atitude nobre dessa seu Joaquim, as pessoas buscam meios de se promoverem, divulgando midiaticamente seu “bom ato de honestidade”, afim de elogios e de acalento do ego. Para mim nessa ocasião o honesto virou desonesto, o bem virou o mal a busca por promoção egocêntrica agrediu o verdadeiro sentido da coisa.

Então muitos poderiam me atacar argumentando que tem que se divulgar os bons exemplos para que outros copiem.

 Ser uma fonte de inspiração eu até concordo, contundo fazer mídia com virtudes é desvirtuar a própria virtude, porque eu não tenho que ser honesto pra ser visto, eu tenho que ser e pronto, e, de forma alguma, insisto, podemos usar isso como promoção pessoal, pois é essa promoção pessoal que torna o mundo mal. Agora, quando o meu comportamento for – vou fazer porque é certo. E o outro pensar assim, e mais o outro, o outro mais perto de você, e você, e o mais de longe e todo mundo. Nós teremos uma sociedade melhor.





Marcos Santos

Operadoras de Telefonia Brasileira atacam o Whatsapp

Dou uma pausa no conteúdos artísticos e filosóficos para ver uma noticia que me chamou muito a atenção. O ataque das empresas Brasileiras de comunicação contra o aplicativo Whatsapp. Pelo jeito a mente deles é que nos não podemos usar nada de graça. Velha mania capitalista. veja a seguir o que foi postado pelo site de noticias da Uol.
Operadoras de telecomunicações no Brasil pretendem entregar a autoridades locais em dois meses um documento com embasamentos econômicos e jurídicos contra o funcionamento do aplicativo WhatsApp, controlado pelo Facebook, disseram à Reuters três fontes da indústria.
Uma das empresas do setor estuda também entrar com uma ação judicial contra o serviço, afirmou uma das fontes.
O questionamento a ser entregue à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) será feito contra o serviço de voz do WhatsApp, e não sobre o sistema de troca de mensagens do aplicativo, disse a mesma fonte.
A ideia é questionar o fato de a oferta do serviço se dar por meio do número de telefone móvel do usuário, e não através de um login específico como é o caso de outros softwares de conversas por voz, como o Skype, da Microsoft.
"Nosso ponto em relação ao WhatsApp é especificamente sobre o serviço de voz, que basicamente faz a chamada a partir do número de celular", disse a fonte, que assim como as outras duas falou sob condição de anonimato.
"O Skype tem identidade própria, um login, isso não é irregular. Já o WhatsApp faz chamadas a partir de dois números móveis", acrescentou.
O argumento das operadoras é que o número de celular é outorgado pela Anatel e as empresas de telefonia pagam tributos para cada linha autorizada, como as taxas do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações), o que não é feito pelo WhatsApp. De acordo com a consultoria especializada Teleco, as operadoras pagam R$ 26 para a ativação de cada linha móvel e 13 reais anuais de taxa de funcionamento.
Além da questão econômico-financeira, as operadoras estão sujeitas às obrigações de fiscalização e qualidade com a Anatel e sujeitas a multas, enquanto isso não acontece com o WhatsApp.
Procurada, a assessoria de imprensa do WhatsApp nos Estados Unidos não respondeu a pedidos de comentários. A assessoria de imprensa do Facebook no Brasil afirmou que a empresa não responde pelo WhatsApp no país.
Embora o WhatsApp já permitisse envio de gravações de áudio por meio de mensagens, a empresa passou a oferecer recentemente serviço de ligações de voz pela Internet no Brasil.
Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo no começo desta semana, o presidente da Telefônica Brasil, Amos Genish, afirmou que o WhatsApp "é uma operadora pirata" e que a empresa planejava fazer uma petição ao Conselho da Anatel questionando o aplicativo, sem dar muitos detalhes.
Segundo duas das fontes, todas as operadoras estão envolvidas na elaboração da reclamação a ser entregue à Anatel, apesar de algumas delas, como TIM Participações e Claro, terem firmado parcerias comerciais com o WhatsApp para oferecer acesso grátis ao aplicativo, sem desconto na franquia de dados dos usuários. Contudo, essa oferta não se estende ao serviço de voz do WhatsApp, que é descontado da franquia do cliente.
Uma dessas fontes disse que o setor está unido contra o "desequilíbrio" existente em relação a serviços similares aos de telecomunicações e que não têm arcabouço regulatório. Segundo essa fonte, o assunto já foi levado ao Ministério das Comunicações, mas a forma de tratar o tema "ainda não está fechada".
Procuradas, Telefônica Brasil (que opera sob a marca Vivo), Claro, Oi e TIM não se manifestaram sobre o assunto. A associação de operadoras, o Sinditelebrasil, disse que não falaria sobre o tema. Representantes da Anatel não se manifestaram até a publicação desta reportagem.
Uma fonte da Anatel, que não quis se identificar, disse que não há nenhum pleito na agência referente ao WhatsApp, e que caso haja algum requerimento por parte das operadoras, o órgão regulador analisará se o aplicativo poderá ser categorizado como um serviço telecomunicações.
"A questão dos aplicativos se insere em debates maiores, internacionais, entre as empresas de telefonia e os provedores de conteúdo. Mas tem de ficar claro que se trata de serviço de valor adicionado. A Anatel não regula aplicativos", disse a fonte da Anatel. "Não sei se a Anatel tem competência para analisar o serviço, que não é de voz tradicional", acrescentou.

Defesa de consumidores

Órgãos de defesa do consumidor, no entanto, questionam o argumento das operadoras. De acordo com a advogada Flávia Lefévre, da Proteste, mesmo utilizando o número de celular do usuário, o serviço de voz do WhatsApp é oferecido por meio da Internet, não se tratando de uma ligação tradicional.
"Tanto no Skype como no WhatsApp a transmissão (da voz) se dá por meio de pacote de dados, que é diferente de uma ligação da telefonia", disse Flávia.
O advogado Guilherme Ieno, sócio da área de telecomunicações do escritório Koury Lopes Advogados, concorda com a representante da Proteste. Para ele, as operadoras não podem impor restrições quanto ao conteúdo dos pacotes trafegados.  (* Com reportagem adicional de Leonardo Goy, em Brasília)

Veja o Vídeo disponível no site postados da noticia.
clique aqui para ver o site. na integra com o vídeo.

O TEMPO QUE FOGE

Ricardo Gondim

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui
para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas..
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam
poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram,
cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir
assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar
da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo
de secretário geral do coral.
‘As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos’.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,
minha alma tem pressa…
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana,
muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com
triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua
mortalidade,
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!

Excelente texto, porém rola uma discussão em torno do seu real autor. Coloque Ricardo Godim pois Ele defende assiduamente que é dele, *Conferir link. No entanto já fora publicado como sendo de Mario de Andrade e até de Rubens Alves. 
Confiram:https://palavrastodaspalavras.wordpress.com/2010/03/23/o-valioso-tempo-dos-maduros-de-mario-de-andrade/comment-page-1/

Marcos Santos  


Estamos realmente ajudando o outro quando queremos mudar suas crenças ?


Como é interessante a forma em que vivemos em nossa atualidade.... Vejo que as pessoas causam estereótipos até mesmo quando o assunto é Religião, pois querer que o outro siga os mesmos princípios ao qual vives não é salvação, é retrocesso do outro.

Na última postagem à qual escrevi, havia falado de quantos caminhos diferentes temos com relação ao divino, e é a partir daí que posso ver a grandiosidade da importância religio-cultural em um ambiente laico para a formação de uma sociedade sadia.
Infelizmente, está sendo feita pequenas guerras santas em torno de cidades, ruas e principalmente famílias. Não é tão difícil o respeito a liberdade alheia, não é pedido aceitação ou muito menos apoio, mas RESPEITO!

Não é o cabelo, não é a cor de pele, nem muito menos a opção sexual ao qual mostra ou condiz com o caráter, paremos ao menos por um minuto e vejamos o que as pessoas tem a nos oferecer...
Não falo somente dos ataques “cristãos” contra religiões pagãs (sim, cristão entre aspas pois o verdadeiro cristão ama respeita a liberdade alheia) mas também de povos pagãos nesse embate que dura séculos. Acreditar que estas fazendo o bem ao outro causando-lhe dano moral não o faz uma pessoa melhor, atacar os princípios de crença muito menos.

SOMOS LIVRES!  E a única verdade absoluta é que estamos aqui nessa esfera geoide e quase sólida só de passagem, então paremos para aproveitar a presença do outro, seja amigo, pais, irmão ou “inimigo”!


Deixo abaixo alguns pensadores e seus respectivos pensamentos sobre o assunto religiosidade. Boa leitura!










Estamos contribuindo para o bem estar de futuras gerações?



Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

Começando desde já um tema não tão dada importância, mas que é trivial ser comentado em tempos de agonia ao qual estamos passando. Não é tão fácil em meio a essa problemática econômica e política, pois sobra somente para a natureza, essa que ainda está em recuperação de tantos séculos de mal-uso, aliás, é isso que está havendo, está sendo usada, explorada sem limites.

Para que tenhamos direito e um ambiente preservado, não basta aos sistemas de governo atuar somente, mas a contribuição de cada indivíduo. Não ache, pois, que a casca de uma fruta não causara problema, nem muito menos a embalagem de uma bala; coisas mínimas e pequenas quando acumuladas geralmente são um caos.

Deixamos abaixo um vídeo bastante que comentado essa semana. Esperamos que isso faça mudar um pouco o pensamento que muitas vezes temos!



O movimento Popular é a Arte do povo nas ruas

Movimento popular, ouvimos o tempo todo essas duas palavras que se complementam, nos jornais, nas ruas, nas instituições de ensino, em fim, em diversos lugares. A verdade é que movimento popular é muito mais do que um termo a ser discutido, movimento popular é o grito de excluídos e desfavorecidos que lutam por mudanças e por algo novo e melhor para O POVO.
Tudo que é popular deve vir do povo, deve vir das massas, dos que trabalham duro e derramam seu suor todo o santo dia e não tem nem as condições minimas, colocadas na constituição como sendo um direito de todo, saúde, educação de qualidade, lazer, moradia e entre outras coisas que o nosso documento legal nos garante. Os movimentos populares são muito mais do que sindicatos as vezes vendidos e maior ainda do que partidos políticos de ideologias diversas. O movimento popular as vezes nem tem que o representa nas "câmaras da vida", mas com certeza o movimento popular tem quem o representa na rua, nos rostos, nos olhares dos que não são e lutam para que sejam.
O movimento popular pode até nem ser defendido nas mídias, até porque é feito para o povo, para o explorados e não para os detentores do maior capital econômico, e por isso não tem foco na TV a não ser quando são criticados.  
O movimento popular é o grito do povo nas ruas, nas favelas, comunidade, periferias, assentamentos, não ficam presas em suas mansões e condomínios fechados. Talvez passe despercebida de você mas a luta das ruas muda muito mais do que um "politico" no plenário.

Por amor de ser Brasileiro.

Sou mais um que canta com orgulho
Dispensa todo barulho
Todo rumor, todo rancor
Sou mais um que anda pelos becos

Belos becos de um país
Que tem rais e tem orgulho
Que tem canto, que tem brado
Brado forte e retumbante.

Que tem musica popular
Que tem negro, branco, amarelo
E uma cultura multipolar
Linda e bonita que ta vontade de ficar

Eu vejo o azul anil
Minha vida esta em tu
Meu lindo Brasil
Terra que me orgulha

Apesar da agulha que fura
Do desprezo dos grandes
Por ti eu luto
Porque no amor as suas pessoas são gigantes

Não importa o que se viu
De bom ou de mal
Só tu Brasil es minha terra
E igual a tu não existe igual.
Vedade Livre. Tecnologia do Blogger.

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