Como
santo fez-se homem se igualou,
A
nós homens para o céu nos ensinar.
Seu
pesar foi o amor que nos doou,
Nosso
pecado sobre a cruz a carregar.
Insensato,
quão ingrato que eu sou,
Meu
Senhor, é que ainda hoje vivo a pecar.
Como
homem fez-se servo ensinou,
O
serviço e a partilha do viver.
E
pra quele que o céu deseja ver,
É
fazer do perdão a lição do amor.
Como
fraco e frágil pecador,
Já
nem sei se eu venha a merecer.
Como
filho fez-se tao obdiente,
Para
o cominho da salvação ensinar.
Caminho
estreito, de espinho tão somente,
Que
é preciso uso da fé para enfrentar.
Como
Deus se fez juiz tao Clemente,
Para
a humanidade sem merecer poder salvar.
Como
Deus, deu-se a nós como escravo,
Como
escravo deu-se por nós nos libertou.
O
seu preço foi o valor do seu amor,
Que
no seu sangue do pecado eu me lavo.
Graças
ao amor de meu Jesus que eu sou salvo,
E
foi por esse amor que também ressuscitou
.
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