Fome que destrói, que conroi e que mata.
Fome que feri, que impedi, que assalta.
Fome que atingi ao menor dos pequeninos.
Fome que modifica, todo um destino.
Fome de desejo, de possuir, acumular.
Fome de iludir, de mentir e se beneficiar.
Fome de maldade, injustiça e censura.
Fome de manipular, do capital e da usura.
Até que pra isso, rasgaram a constituição,
Tudo em nome da democracia.
Abutres, famintos de poder e ambição,
Como nem nos presídios abarrotados se via.
E por essas mãos, na corda bamba vai a nação,
Para seu calvário e seus dias de agonias.
Vai pátria amada saciar os teus algozes,
Que tem estômago tão vazio e tão ferozes.
Vai meu Brasil, a esquecer dos teus
pequenos,
Porque o gosto do machismo é tão "sereno".
Vai bandeira sem mancha, que limpa as lágrimas da nação
Teus idealizadores hoje tem fome de exclusão
Vai mãe gentil, alimentar esses famintos
Mesmo que só use de animal o seu instinto.
Até que pra isso, rasgaram a constituição,
Tudo em nome da democracia.
Abutres, famintos de poder e ambição,
Como nem nos presídios abarrotados se via.
E por essas mãos, na corda bamba vai a nação,
Para seu calvário e seus dias de agonias.
Marcos Santos
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