
Jovem, menino e adulto
Não
sabe mais o que certo;
Diante
de desafeto
Rouba
até seu vulto.
Até
quando está de luto
Mesmo
assim ainda é canalha,
Sua
ética está sobre palha
Sua
queda eu já escuto;
Com
o erro de um é puto
Enquanto
ao outro não ver falha.
Me
diz como posso entender:
O
cara que justiça quando é autoritário?
Ao
pobre só sabe ofender,
Já
para o rico paga de otário.
Quer
ver o pais crescer
Fudendo
com pequeno,
Do
grande vai as botas lamber,
De
modo tão sereno;
Impressiona é não ver,
Que
te usam como veneno.
O
que vai ser de ti nação
Diante
de tanta ilusão?
O
que vai ser de ti nação
Diante
de tanta corrupção?
O
que vai ser de ti nação
Se
metemos os pés pelas mãos?
O
que vai ser de ti nação?
De
ti nação!
De
ti nação!
Click here for comments 0 comentários: