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Se você não existisse, que falta faria?

Alguma vez, já parou pra pensar o que tem feito da sua vida, se a leva de forma correta? Aliás, existe mesmo um jeito “certo” de viver?
Em meio à modernidade dos dias atuais, costumamos levar uma vida rotineira, monótona, quase que mecanizada e minimamente planejada. Sem imprevistos, sem emoções, apenas o esperado. Sempre seguindo exclusivamente regras e mais regras que a sociedade impõe, à risca, sempre tentando ser aquilo que ela exige que sejamos, ainda que isso não nos faça nem um pouco feliz. Tentando não cometer erros que comprometam a valiosa “reputação”.
 Você certamente faz isso por que está convicto de que lembrarão de todo o seu bom exemplo em vida, quando morrer, certo? É justamente neste ponto que a maioria comete o pior de todos os erros: se esquece daquilo que é realmente importante, o que é verdadeira prioridade na vida.
Se esquecem de se diferenciar dos outros, porque estão muito focados em seguir apenas um modelo – aquele que julgam ser o ideal –, de se destacar por algum feito que realmente ajude – ainda que de forma muito pequena – a humanidade ou o próximo, ou simplesmente de amar aqueles que estão ao seu redor, se esquecem de retribuir os gestos que os diferentes ainda lhes lançam.
Já dizia o político e escritor britânico Benjamim Disraeli: “A vida é muito curta para ser pequena.”
Ainda que viva cem anos, será que lembrariam de você quando morresse? Faria, mesmo, falta para aqueles que permanecessem? Será que lhe guardariam no coração apenas por ser famoso? No fim, a fama tem realmente alguma importância? Será que lembrariam de seu legado em vida? Teria, você, dado motivos suficientes para isso? 
Não importa nada que venha depois da nossa morte, mas sim o que fizermos em vida.  E ela é muito curta para deixar pra amanhã o que se pode fazer hoje, para qualquer tipo de falsidade, para nunca roubar um beijo sequer, para se importar com quem simplesmente não se importa, é curta demais para viver reclamando, para ser tão sério, tão chato, tão cheio de regras, para não viver tudo que há para viver.  

A vida é muito curta, mas você, somente você, pode fazê-la um pouco mais longa, mais admirável, pode fazer com que recordem o jeito maluco que a viveu, quando partir. Quebre as regras, perdoe rapidamente, beba lentamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente e nunca se arrependa de nada que te faça sorrir.

A lição do DESERTO.

Foto retirada do Google Imagens 
Todas as pessoas no mundo, não importando seu status social ou a classe social em que esteja encaixada passa por momentos de dificuldades e adversidades, todos em áreas diferentes da vida. Sentimental, financeira, espiritual, familiar e etc. são momentos extremos em que olhamos para um lado e para o outro e não vemos uma saída se quer, como se estivesse passando por um grande deserto.
Normalmente nessas situações nos pomos a reclamar sozinho e a murmurar de tudo por que não consegue ver uma saída, mas isso não é o certo a se fazer, basta lembrar de uma velho Historia que ouvimos quando criança e vemos até hoje na igreja e em outros lugares e em especial em um livrinho que muitos tem em casa, simplesmente o livro mais lido no mundo A BÍBLIA.
Com certeza você se lembra de um povo que fora retirado do deserto por um homem escolhido por Deus chamado Moisés,
Por trás desta historia há um grande exemplo, o povo a quem Moisés foi enviado vivia no Egito onde eram escravos, sofria maus tratos e eram obrigados a trabalhar a base de chicotadas dos carrascos. Mas isso não fora pensado depois quando ficaram a reclamar no deserto, reclamaram de água, de comida, de carne e Deus mandava o mantimento sem deixar nada faltar. Por fim o povo que tanto reclamava se viraram contra o próprio Deus, quem a eles ajudava, e acabaram por 40 anos no deserto sem nunca desfrutar da terra prometida.
O que tiramos de lição dessa historia ? Não devemos nos por a reclamar o tempo todo, é preciso tomar decisões de mudanças para sairmos do deserto, traçar rotas, estipular metas e lutar contra todas as dificuldades para que um dia cheguemos nessa terra prometida, no alivio para aquela situação Sem esquecer de algo importante, nunca se rebelar contra quem te ajuda o tempo todo.

Em respeito a diversidade religiosa


Durante séculos sempre existiu uma autoridade máxima, a FÈ. Nos últimos dias, vivemos em uma forma arcaica ainda de se pensar onde exatamente todos os passos ao qual o nosso país toma é baseado em um estado teocrático formado por uma certa quantidade de “representantes”. É de suma importância a representação de povos, onde a laiticidade de estado possa ser a primeira coisa em que seja pensada e discutida.

Não basta somente pois servir de postagens em meio as redes sociais, não basta somente dizer em lugares fechados que repudias o preconceito sobre crenças, religiões e doutrinas alheias, é muito importante a formação de pessoas quando o assunto se baseia em conhecimento religio-cultural.
Mesmo em pleno século XXI, vivemos em uma forma quase que absoluta de pensar, forma essa em que representar ou estar com algo que represente sua fé seja motivo ou de chacota, ou de agressão, ao qual são muitas vezes se tornam físicas.

A ignorância é a aquela que esta não somente naquele que ignora o fato, mas passa a persistir com pé no chão em algo que não exprime ética e moral. É necessário que possamos abrir os olhos, e conhecer a fé alheia, para que assim possamos despertar um senso crítico valioso, onde não denigre a imagem de fé alheia, mas sim, passa a entender que são caminhos diferentes, mas nascido em diferentes passos em meio ao espaço tempo.
Estar aberto para o outro é a melhor forma de conhecer e respeitar a diversidade ao qual estamos inseridos.




IFMT Abre concurso com vaga para docentes.

Segundo o site msn, o IFMT, Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Mato Grosso abre inscrições para concurso. As áreas são para a carreira de professor de ensino básico, técnico e tecnológico e técnico-administrativo em educação. Inscrições até dia 16 agosto.
Main informações e inscrições Clique aqui

Dia do Estudante

Hoje é uma data muito legal, porque me faz lembrar de muitos momentos da minha vida, varias experiencias, algumas muito positivas outras um pouco frustrantes, me vi no passado enquanto estudante da educação básica e hoje estudante do ensino superior completamente atolado em uma pedagogia da meritocracia, onde tendem a classificar os "melhores" e os "piores" alunos e apesar de um discurso legal nunca avaliam corretamente o cotidiano real de cada aluno.
Mas a vida de estudante não é apenas esse lado negativo, encontramos muitas vezes nessa jornada do aprender estrelas que nos ensinam muitas coisas boas, que levaremos para toda vida, seja como profissionais ou como pessoas. Encontramos nesta jornada amigos, fazemos grupos, jogamos conversa fora, fazemos uma troca continua de experiencia.
Isso me leva a ver que o espaço educativo é muito mais do que os muros da escola ou da academia o saber adquirido ali vai muito alem dos saberes científicos, essa troca de relações esse contato mutuo entre todos, nos traz contribuições imensas enquanto seres humanos. Então poderia afirmar que o dia de hoje sendo dia do estudante é o dia todos porque todos estudantes ou não somos educandos da vida e das relações sociais.
Feliz dia do Estudante a todos, todos os que aprendem e nunca param de aprender, todos que se encontram inconclusos na vida, todos os que se relacionam, todos os que vivem e todos os que mantem a mente aberta para o novo, para aprender algo novo.

Arthur Carlos da Silva

É dando que se recebe? (Artigo de Leonardo Boff)

Estamos em tempos de montagem de governos. Há disputas por cargos e funções por parte de partidos e de políticos. Ocorrem sempre negociações, carregadas de interesses e de muita vaidade. Neste contexto, se ouve citar um tópico da inspiradora oração de São Francisco pela paz “é dando que se recebe” para justificar a permuta de favores e de apoios onde também rola muito dinheiro. É uma manipulação torpe do espírito generoso e desinteressado de São Francisco. Mas desprezemos estes desvios e vejamos seu sentido verdadeiro.
Há duas economias: a dos bens materiais e a dos bens espirituais. Elas seguem lógicas diferentes. Na economia dos bens materiais, quanto mais você dá bens, roupas, casas, terras e dinheiro, menos você tem. Se alguém dá sem prudência e esbanja perdulariamente acaba na pobreza.
Na economia dos bens espirituais, ao contrario, quanto mais dá, mais recebe, quanto mais entrega, mais tem. Quer dizer, quanto mais dá amor, dedicação e acolhida (bens espirituais) mais ganha como pessoa e mais sobe no conceito dos outros. Os bens espirituais são como o amor: ao se dividirem, se multiplicam. Ou como o fogo: ao se espalharem, aumentam.
Compreendemos este paradoxo se atentarmos para a estrutura de base do ser humano. Ele é um ser de relações ilimitadas. Quanto mais se relaciona, vale dizer, sai de si em direção do outro, do diferente, da natureza e até de Deus, quer dizer, quanto mais dá acolhida e amor mais se enriquece, mais se orna de valores, mais cresce e irradia como pessoa.
Portanto, é “dando que se recebe”. Muitas vezes se recebe muito mais do que se dá. Não é esta a experiência atestada por tantos e tantas que dão tempo, dedicação e bens na ajuda aos flagelados da hecatombe socioambiental ocorrida nas cidades serranas do Rio de Janeiro, no triste mês de fevereiro, quando centenas morreram e milhares ficaram desabrigados? Este “dar” desinteressado produz um efeito espiritual espantoso que é sentir-se mais humanizado e enriquecido. Torna-se gente de bem, tão necessária hoje.
Quando alguém de posses, dá de seus bens materiais dentro da lógica da economia dos bens espirituais para apoiar aos que tudo perderam e ajudá-los a refazer a vida e a casa, experimenta a satisfação interior de estar junto de quem precisa e pode testemunhar o que São Paulo dizia:”maior felicidade é dar que receber”(At 20,35). Esse que não é pobre, se sente espiritualmente rico.
Vigora, portanto, uma circulação entre o dar e o receber, uma verdadeira reciprocidade. Ela representa, num sentido maior, a própria lógica do universo como não se cansam de enfatizar biólogos e astrofísicos. Tudo, galáxias, estrelas, planetas, seres inorgânicos e orgânicos, até as partículas elementares, tudo se estrutura numa rede intrincadíssima de inter-retro-relações de todos com todos. Todos co-existem, inter-existem, se ajudam mutuamente, dão e recebem reciprocamente o que precisam para existir e co-evoluir dentro de um sutil equilíbrio dinâmico.
Nosso drama é que não aprendemos nada da natureza. Tiramos tudo da Terra e não lhe devolvemos nada nem tempo para descansar e se regenerar. Só recebemos e nada damos. Esta falta de reciprocidade levou a Terra ao desequilíbrio atual.
Portanto, urge incorporar, de forma vigorosa, a economia dos bens espirituais à economia dos bens materiais. Só assim restabeleceremos a reciprocidade do dar e do receber. Haveria menos opulência nas mãos de poucos e os muitos pobres sairiam da carência e poderiam sentar-se à mesa comendo e bebendo do fruto de seu trabalho. Tem mais sentido partilhar do que acumular, reforçar o bem viver de todos do que buscar avaramente o bem particular. Que levamos da Terra? Apenas bens do capital espiritual. O capital material fica para trás.
O importante mesmo é dar, dar e mais uma vez dar. Só assim se recebe. E se comprova a verdade franciscana segundo a qual ”é dando que recebe” ininterruptamente amor, reconhecimento e perdão. Fora disso, tudo é negócio e feira de vaidades.

Leonardo Boff é autor de A oração de São Francisco, Vozes 2010.

( esses e outros artigos você pode encontrar no site do Leonardo Boff, lá você encontrará também diversas obras para comprar)
Foto de Leonardo Boff, disponível no Google Imagens 

IFPB abre inscrições para cursos técnico

Alunos que irão iniciar o ensino médio ou quem já concluiu, amanhã dia 10 de agosto o IFPB estará abrindo inscrições para o processo seletivo para quem deseja ingressar em um dos seu cursos técnico profissionalizante. O IFPB além de ser uma ótima instituição, oferecem cursos ótimos e em diversas áreas, seus Campi se estão localizados em João Pessoa, Guarabira, Campina Grande, Cajazeiras, Cabedelo, Patos, Princesa Isabel, Picuí e Souza.
Não perca tempo inscreva-se já no portal do IFPB
Clique aqui para ir direto a pagina de inscrição.

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