Durante séculos sempre existiu uma autoridade máxima, a FÈ.
Nos últimos dias, vivemos em uma forma arcaica ainda de se pensar onde
exatamente todos os passos ao qual o nosso país toma é baseado em um estado
teocrático formado por uma certa quantidade de “representantes”. É de suma
importância a representação de povos, onde a laiticidade de estado possa ser a
primeira coisa em que seja pensada e discutida.
Não basta somente pois servir de postagens em meio as redes
sociais, não basta somente dizer em lugares fechados que repudias o preconceito
sobre crenças, religiões e doutrinas alheias, é muito importante a formação de
pessoas quando o assunto se baseia em conhecimento religio-cultural.
Mesmo em pleno século XXI, vivemos em uma forma quase que
absoluta de pensar, forma essa em que representar ou estar com algo que
represente sua fé seja motivo ou de chacota, ou de agressão, ao qual são muitas
vezes se tornam físicas.
A ignorância é a aquela que esta não somente naquele que
ignora o fato, mas passa a persistir com pé no chão em algo que não exprime
ética e moral. É necessário que possamos abrir os olhos, e conhecer a fé
alheia, para que assim possamos despertar um senso crítico valioso, onde não denigre
a imagem de fé alheia, mas sim, passa a entender que são caminhos diferentes,
mas nascido em diferentes passos em meio ao espaço tempo.
Estar aberto para o outro é a melhor forma de conhecer e
respeitar a diversidade ao qual estamos inseridos.

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