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Em meio a crise política, vem o Pão e circo.

As olimpíadas no Brasil estão mais próximas do que nuca, em fim o país irá sediar o maior evento esportivo do planeta, tudo perfeito e maravilhosamente lindo se não fosse por um único problemas, o momento ao qual o país atravessa, na política um grupo - antigo conhecido do povo, por ser privatizador, neoliberal e apenas interessado com os interesses de sua classe social economicamente elevada - assume o poder e faz regressar anos de luta dos movimentos populares e de toda a população desfavorecida brasileira. E pra não esquecer, assumiu o poder por meio de um golpe escancarado, a clima de palhaçada tirou a presidente eleita pelo povo e se colocou no poder e governa conforme seus próprios interesses.
Na economia o país desagua de mal a pior, efeitos de uma classe política corrupta e de um golpe na democracia, um país onde a impunidade impera não passa confiança para nem um investidor, sem falar que maioria de seus políticos estão investigados por desvio de dinheiro e por simplesmente nadar no dinheiro das estatais e dos impostos pagos pelo povo. Em meio a uma nuvem negra de desanimo, vem as olimpíadas com ar de piada a fazer circo para nos alegrar e fazer esquecer o acontecido, e esquecer o desemprego gerado pela má gestão que passamos.
O povo não motivos para comemorar, não pode se iludir com o espetáculo, precisa permanecer na luta para voltarmos a crescer, crescer socialmente, intelectualmente, politicamente e etc. O momento está para luta e não para circo.

Oi, terceirizar não resolve, viu?

Artigo do site Carta Maior


Jorge Luiz Souto Maior EBC
O setor empresarial, apoiado por alguns juristas, economistas, veículos de informação e políticos, tem dito que a único modo de melhorar a saúde econômica das empresas é promovendo a ampliação da terceirização.
Disseram a mesma coisa no início da década de 90, quando quiseram ampliar as possibilidades de intermediação de mão-de-obra, antes limitadas às hipóteses do trabalho temporário (Lei n. 6.019/74) e do trabalho de vigilância (Lei n. 7.102/83).
A economia não melhorou, aliás, piorou, e em vez de se ter aprendido que é totalmente inconsistente a defesa dessa ideia, a não ser para atender a propósitos restritos não revelados, querem incorrer no mesmo erro.
Ora, é muito fácil prever que a economia só tende a piorar com a precarização das condições de trabalho, mas sequer é preciso passar por uma experiência dessa ordem, que seria desastrosa para muita gente, para que se consiga constatar a ocorrência do fenômeno.
O exemplo do momento é o da empresa Oi.
Nesta semana, a Oi foi declarada em recuperação judicial, estando, pois, confessada a sua impossibilidade econômica de respeitar compromissos contratualmente assumidos.
Caso fossem autênticas as teses liberais geralmente defendidas a Oi teria que ser um sucesso econômico, pois adveio de uma privatização aos moldes tucanos e ao mesmo tempo recebeu do Estado, financiamento, incentivos fiscais, reserva de mercado e uma lei (embora inconstitucional[1]) que lhe permitiu explorar o trabalho por meio da tão aclamada terceirização da atividade-fim.
A Lei n. 9.472/97 (art. 94), que autorizou a terceirização da atividade-fim no setor das telecomunicações, adveio no bojo do espírito neoliberal do governo FHC, cuja atuação marcante foi a da privatização de inúmeras empresas estatais. Segundo destaca Grijalbo Fernandes Coutinho, “Ávido para dar cumprimento ao projeto neoliberal, entreguista, antissocial e afinado com as premissas do denominado Consenso de Washington, o governo FHC radicalizou na política de privatização de inúmeras atividades essenciais antes executadas pelo Estado brasileiro, promovendo, ainda, intensa terceirização de mão de obra em todos esses serviços.”[2]
Lembre-se que o propósito das leis de privatização foi o de conferir vantagens aos adquirentes das estatais no sentido de garantir investimento econômico nos setores respectivos, como se deu no caso das empresas de estradas de ferro e dos Bancos.
Mas ao longo dos anos de atuação das empresas de telecomunicações, todas elas, que se valeram em larga escala da terceirização, foi o legado de um enorme rastro de supressões de direitos, sobretudo trabalhistas (incluindo um elevado número de acidentes do trabalho[3]) e consumeristas, que lhes assegurou, inclusive, a trágica conquista de serem as maiores acionadas nos Tribunais, sendo que com a recuperação judicial o sofrimento de trabalhadores e consumidores só tende a aumentar.
Enfim, fica a certeza, dada a experiência concreta, de que a ampliação da terceirização, atingindo, inclusive, a considerada atividade-fim da empresa, não é garantia de sucesso econômico, sendo, isto sim, fator de um enorme dano à classe trabalhadora, à administração da Justiça e à sociedade em geral.

[1]. COUTINHO, Grijalbo Fernandes. O Direito do Trabalho Flexibilizado por FHC e Lula. São Paulo: LTr, 2009, p. 92.
[2].  O Direito do trabalho flexibilizado por FHC e Lula. São Paulo: LTr, 2009, p. 91.
[3]. DUTRA, Renata e FILGUEIRAS, Vitor. Terceirização: o Supremo e o setor de telecomunicações. In: http://antigo.brasildefato.com.br/node/30011, acesso em 22/06/16.

População e sociedade














Novo rumo a nação tomava,
Ao final do império no Brasil
As mudanças ocorriam a mil
Mas nem tudo se ajustava.
Imigrantes que aqui chegava,
De um lado, boa impressão
E com o fim da escravidão
O Brasil assim avançava.
Mais tinha, quem descordava
Por medo dessa mistura
Era um embaraço na cultura
Que até Deus duvidava.

Era início do Brasil Republicano.
O sonho da liberdade.
Negros que na verdade,
Vivam num covil insano.
Podia agora até gozar:
Dos “direitos iguais”
Não havia nada mais
Do que pudessem reclamar.
Medo, chicote ou senzala
Nada disso tinha agora
“Só se encontra a melhora
Nessa republica que se instala. ”

Mas sempre tiveram “os malas.”
Na história do pais,
Os grandes senhores é quem diz
Os pequenos baixam a fala.
Os donos de engenhos comandavam
Os rumos na ocasião,
Mas a coisa muda de direção
Quando do campo imigrantes migravam.
Teve quem disse está perdido
Numa escravidão dividida,
E agora a pobreza é espremida
É o sonho da republica se cumprido.

É a republica cidade luz,
A começar pelo rio de Janeiro,
Onde recebe tanto estrangeiro,
Que só quem segura é Jesus.
O brasileiro que acha que seduz,
Dizendo ser a cara da riqueza,
Quem paga o pato é a pobreza,
Pois o centro se reduz.
Tudo que agora se produz,
Era de uma mistura trivial,
Nada mais agora é normal,
E assim a cultura se conduz.

Esse tempo, não era dos melhores.
Tudo era decidido em pasta,
Até palitos e gravatas
Faziam parte do folclore.
A regra, era andar bem alinhado
E da imagem fazer boa apresentação.
Era início da civilização
No país republicado.
Nada podia ser contestado,
O país precisava crescer,
Mesmo que algum padecer,
Fosse por certo notificado.

Índio, preto, operário
Experimenta a exclusão,
Agora sua nação
Lhes nega justo salário.
Nem mesmo o fortuito erário
Dos movimentos sociais.
Seria tão quanto capaz
Lhes salvar desse calvário.
Este é o real senário,
Que compõe a nova nação,
Em que a administração,
Enfrenta tempos precários.

Precários para a pobreza;
Pois enquanto isso a riqueza
Goza de luxo e fartura.
É o país da estrutura,
Rumo ao desenvolvimento,
Prédios, carros pavimento,
Tudo agora evoluindo,
A ciência aplaudindo,
As novas descobertas,
Lhes digo uma coisa é certa
É rico em mansão, versus pobre no chão
Em cortiço fazendo festa.

Esta é a cena que se ver surgindo,
Cidades crescendo para cima,
Enquanto isso as ruínas,
De bandeiras e heróis se esvaindo,
Ferrovias construindo
O senário dos tempos modernos,
Enquanto isso nos cadernos,
Os registros vão fluindo,
De tudo que estou sentindo,
E que me recordo em memória,
Esse é o feito da historia,
Em sabedoria nos instruindo.

Do texto População e Sociedade
(Lilia Moritz Schwarcz)

Os novos movimentos sociais não pregam um comunismo!

É interessante falar sobre o que sugere o nosso titulo, os novos movimentos sociais realmente não sugerem um comunismo, só afirma isso quem desconhece os estudos recentes em torno dos movimentos sociais. Entre os anos 50 e posteriormente nos anos 70, anos que foram o auge dos movimentos sociais, principalmente aqueles que lutavam pela reforma agrária, os movimentos sociais campesinos (ao qual tem como movimento mais conhecido o MST) a luta era por um caráter muitas vezes classista, ou seja, se pautava na luta de classes, a libertação se configurava na não opressão pela classes dominante.
Porém nos anos atuais, especialmente após a queda da ditadura militar, e na entrada na nova democracia (ou nova republica), os movimentos ganham outras características, ganham uma ampliação, que não vai se pautar apenas na luta de classes, mas também se pautara na busca pela identidade e equidade de direitos. Surge neste contexto os movimentos da identidade negra, indígena, identidade de gênero e sexualidade, ou seja amplia-se a noção de oprimido e opressor, a opressão agora está no âmbito do direito, do direito de de ir e vir, de ser respeitado, e o direito de voz, ainda o direito de defender suas ideias, opiniões e escolhas. Os movimentos entram num cenário político, não propondo um comunismo, mas uma real democracia, onde o povo e seus diversos seguimentos tenham realmente o poder, poder este que está na palavra democracia (poder ao povo).
O povo precisa entender que, em uma democracia é ele o poder maior, e é ele quem pode cobrar seus direitos e exigir que seja visto, que tenha voz, e que precisa ser atendido pelos seus governantes, que inclusive são eleitos, como funcionários do povo e deve defender os direitos do povo, a classe oprimida no geral, ainda não aprendeu a usar o seu poder, mas a classe opressora a anos mantém seu status de poder, e elege com a compra do povo seus representantes. O povo precisa aprender a dominar o jogo da democracia.
Voltando a tema do texto, queria advertir aqueles que ultimamente nas redes sociais tem chamado os que defendem os movimentos sociais e os que também defendem o governo Dilma, que parem de falar o que desconhecem, pois em nem um momento no Brasil se instaurou um comunismo, e ouvir os movimentos sociais não é empurrar um comunismo goela a baixo, e sim ouvir os diversos seguimentos do povo, e inclusive um dos movimentos que deve ser ouvido é o movimento dos trabalhadores.

Fome de Poder



Fome que destrói, que conroi e que mata.
Fome que feri, que impedi, que assalta.
Fome que atingi ao menor dos pequeninos.
Fome que modifica, todo um destino.

Fome de desejo, de possuir, acumular.
Fome de iludir, de mentir e se beneficiar.
Fome de maldade, injustiça e censura.
Fome de manipular, do capital e da usura.

Até que pra isso, rasgaram a constituição,
Tudo em nome da democracia.
Abutres, famintos de poder e ambição,
Como nem nos presídios abarrotados se via.
E por essas mãos, na corda bamba vai a nação,
Para seu calvário e seus dias de agonias.

Vai pátria amada saciar os teus algozes,
Que tem estômago tão vazio e tão ferozes.
Vai meu Brasil, a esquecer dos teus pequenos,
Porque o gosto do machismo é tão "sereno".

Vai bandeira sem mancha, que limpa as lágrimas da nação
Teus idealizadores hoje tem fome de  exclusão
Vai mãe gentil, alimentar esses famintos
Mesmo que só use de animal o seu instinto.


Até que pra isso, rasgaram a constituição,
Tudo em nome da democracia.
Abutres, famintos de poder e ambição,
Como nem nos presídios abarrotados se via.
E por essas mãos, na corda bamba vai a nação,
Para seu calvário e seus dias de agonias.


Marcos Santos

El Salvador diz não reconhecer governo Temer !!!

"Tomamos uma decisão de não reconhecer esse governo provisório, porque há uma manipulação política (…) Assistimos, infelizmente, à configuração de um golpe de Estado’, afirmou o presidente Salvador Sánchez Cerén. Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, fez o mesmo ontem e não reconheceu a legitimidade do governo provisório no Brasil"

Por Opera Mundi
elsalav

O presidente de El Salvador, Salvador Sánchez Cerén, afirmou neste sábado (14/05) que o país não reconhecerá o governo de Michel Temer e que chamará a embaixadora no Brasil de volta ao país.
“Tomamos uma decisão de não reconhecer esse governo provisório, porque há uma manipulação política, e vamos mandar chamar nossa embaixadora para que volte ao país”, disse Sánchez Cerén em discurso neste sábado.
Segundo a agência de notícias AFP, a embaixadora Diana Marcela Vanegas recebeu instruções de não participar de qualquer ato oficial do governo Temer.
Céren afirmou que o ocorrido com Dilma “é um fato que, antes na América Latina, há muitos anos, eram golpes dados pelas forças militares, eram golpes militares. Agora, foi uma destituição pelo Parlamento, pelo Senado”.
Em nota, o governo salvadorenho declarou que o afastamento da mandatária brasileira “confirma as considerações feitas no Brasil, assim como em  nível internacional, no sentido de que assistimos, infelizmente, à configuração de um golpe de Estado”.
Na sexta-feira (13/05), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu ao embaixador do país no Brasil, Alberto Castellar, para retornar a Caracas, depois do afastamento de Dilma Rousseff da Presidência brasileira.

Fonte Revista forum

Nomear só homens brancos indica que 'sistema não é baseado em mérito'

Noticia da BBC Brasilfonte original

Ao privilegiar homens brancos na composição de seu ministério, o presidente Michel Temer desencoraja mulheres e minorias a buscar espaços na política brasileira, diz Jennifer Berdahl, professora da Universidade de British Columbia, no Canadá.
Especialista em diversidade e igualdade de gênero no trabalho, Berdahl afirma em entrevista à BBC Brasil que grupos mais misturados normalmente produzem melhores resultados.
Segundo ela, pesquisas mostram que as pessoas tendem a se preparar mais e ser mais profissionais quando rodeadas por colegas que não se pareçam com elas.
Leia a seguir os principais trechos da entrevista:
BBC Brasil - O que achou da decisão do presidente brasileiro de privilegiar homens brancos na composição de seu ministério?
Jennifer Berdahl - Acho que é uma mensagem realmente má e perigosa que ele manda à população. A diversidade na liderança é muito importante por uma série de razões. Uma delas é a representação. Numa democracia, a ideia é ter líderes que representem a população e seus interesses. Isso é difícil se não houver ninguém que se sentiu na pele de uma mulher ou de uma minoria.
Ele também manda uma mensagem de que esse não é um jogo de oportunidades iguais. Cria a impressão de que só brancos e homens têm chances. É desejável que só um quarto dos brasileiros [proporção aproximada de homens brancos no total da população] pensem que podem se tornar líderes? Eles são uma minoria e, no entanto, dominam completamente o governo.
Isso desencoraja pessoas que não sejam homens e brancas a buscar oportunidades na política. Quando a população sente que seus interesses não estão sendo representados ou que pessoas que se pareçam com elas não têm uma voz no governo, cria-se uma atmosfera de injustiça.
BBC Brasil - Representantes do governo disseram que mais importante que a cor ou gênero dos ministros é sua competência.
Berdahl - Eu concordo: as escolhas devem se basear em mérito. Mas também acho que o mérito é igualmente distribuído entre gêneros e raças, portanto os percentuais de mulheres e minorias em posição de liderança deveriam seguir os do resto da população.
Se você só nomeia homens brancos, ou você acredita que só eles têm méritos, ou o sistema na verdade não é baseado no mérito.
Vejo esse tema da diversidade como uma questão básica de direitos humanos, de assegurar que exista igualdade de oportunidades no local de trabalho. E a diversidade tem a vantagem de aumentar a qualidade do trabalho e das decisões tomadas no governo.
BBC Brasil - Como?
Berdahl - Sempre que há cabeças diferentes na mesa, com visões diferentes sobre como o mundo opera, ideias mais diversas tendem a surgir. Pesquisas mostram que, quando alguém é posto num grupo diverso, essa pessoa tenta imediatamente imaginar o que outras estão pensando e tende a refletir sobre uma variedade mais ampla de ideias do que faria se todos fossem iguais. Em grupos diversos, pessoas tendem a se comportar melhor e a fazer mais a lição de casa.
Image copyright Arquivo pessoal
Image caption "Se você só nomeia homens brancos, ou você acredita que só eles têm méritos, ou o sistema na verdade não é baseado no mérito", diz Berdahl
Mesmo que haja pessoas que só aparentem ser diferentes mas pensem igual, isso já ajuda na tomada de decisões, porque elas acharão que as outras pensam diferente delas e se prepararão mais, elaborarão mais seus argumentos.
Quando se está num clube só de meninos e todos são parecidos, as pessoas tendem a ficar preguiçosas e não se preparam para ter suas ideias desafiadas. As normas de interação nesse grupo tendem a ser mais informais e talvez até menos profissionais.
BBC Brasil - Homens no governo não podem ser tão bons quanto mulheres ao conduzir políticas voltadas a mulheres?
Berdahl - Homens individuais podem ser melhores que muitas mulheres. Temos Jimmy Carter (presidente dos EUA entre 1977 e 1981) e outros homens que realmente advogam pelas mulheres passionalmente. E também temos mulheres que se viram contra suas irmãs para obter vantagens. Algumas delas são machistas.
Mas, na média, se você for pegar 50 pessoas aleatórias, as mulheres serão mais sensíveis à causa das mulheres que os homens, simplesmente porque elas precisam ser.
Há ainda uma versão cínica da diversidade em locais de trabalho, quando se promovem mulheres e membros de minorias que estejam dispostos a obedecer. O grupo parece diverso, mas na verdade eles são fantoches. Esse é um perigo: encarar o tema como algo de superfície e não como uma questão de perspectiva. No fundo, são as políticas e as perspectivas de um líder que importam.
BBC Brasil -O atual ministério do Canadá é considerado o mais diverso da história do país: há igual número de homens e mulheres, há ministros indígenas e membros de comunidades imigrantes. Como os canadenses reagiram à nomeação do grupo?
Berdahl - Acho que no início houve alguns múrmurios entre conservadores, alguns acharam que aquilo não foi justo. Mas acho que as pessoas aceitaram o argumento do (primeiro-ministro) Justin Trudeau: o de que ele teria um ministério assim porque afinal estávamos em 2015.
Os ministros estão representando os percentuais de eleitores de cada grupo. As crianças poderão vê-los como modelos e pensar: "eu posso estar lá".
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